Montenegro

Montenegro. Dos parques naturais às vilas protegidas pela UNESCO, dos mosteiros ortodoxos à sensualidade da riviera do Adriático, este é um grande roteiro de viagem ao Montenegro, nos balcãs, um dos mais jovens países independentes do planeta.

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Explorando o Montenegro

Meses depois de um pacífico referendo o ter adicionado ao mapa-mundo como país independente, o Montenegro era ainda, aos meus olhos, um país desconhecido como destino turístico.
Não imaginava ficar deslumbrado com uma tal
baía Boka Kotorska, da qual tinha ouvido falar num guia de viagem. Não imaginava encontrar tamanha beleza em corpos femininos – olhos de água e mel adornados por roupas insinuantes em corpos de deusa.Não imaginava encontrar uma povoação de veraneio que fervilha de turistas italianos e montenegrinos quando o Verão atinge a velha Europa. Não imaginava encontrar lugar tão naturalmente harmonioso como o lago Negro, no Parque Natural Durmitor, onde um bosque, um pequeno lago e uma montanha em pano de fundo se transformam no cenário perfeito para não fazer nada.

Não imaginava, ainda, ser surpreendido pela visão de um mosteiroortodoxo encravado numa íngreme escarpa de rocha, apesar de já dele ter visto fotografias, tal como não imaginava perder-me em minúsculas estradas de montanha e ser surpreendido por paisagens deslumbrantes no meio do nada. Nada disso imaginava, e ainda bem. Viajar pelo Montenegro é um constante e agradável sobressalto sensorial.

Dos lagos Negro e Skadar às praias de Budva, do mosteiro de Ostrog ao desfiladeiro de Tara, das muralhas de Kotor ao luxo exclusivo de Sveti Stefan, esta viagem percorre grande parte do Montenegro – o mais jovem país independente do planeta.

Kotor, Património da Humanidade

Foi de uma simples fotografia que nasceu a vontade de visitar Kotor. O ponto de vista era o do topo de uma escadaria com quase mil e quinhentos degraus, via-se uma povoação amuralhada edificada numa encosta e, ao fundo, um fiorde em plena Europa do Sul como os que havia visto na Noruega. Depois da foto, queria ver com os meus próprios olhos aqueles braços de mar, aquelas montanhas, aquela vila de pedra, aquelas muralhas encosta acima. Quando o condutor de uma carrinha colectiva anunciou “Kotor!”, a meio caminho entre Herceg Novi e Budva, saltei da viatura. Estava defronte da porta principal do povoado.

É preciso fôlego para subir quase mil e quinhentas escadas mas, mesmo não se atingindo o topo, as vistas durante o caminho vão valendo cada vez mais a pena, modificando-se à medida que o ponto de vista se vai elevando, como uma grande angular que se vai abrindo, lentamente. Ao fundo, Boka Kotorska – a baía de Kotor -, as águas salgadas domadas pela Natureza em braços de mar com jeitos de lago. Pego numa viatura e percorro as baías de Kotor e Trivat, belíssimas paisagens numa estrada constantemente colada às margens (ver texto “Estradas Cénicas”).Reza a história que, durante a Idade Média, Kotor, porto natural na costa montenegrina do Adriático, foi um importante centro artístico e comercial da região. A UNESCO classificou esta vila como património da humanidade, atribuindo-lhe reconhecimento histórico e cultural. O interior da pequena vila está pejado de monumentos importantes e, de entre todos, é a Catedral de St. Tryphon que mais se destaca. Há as ruelas, os cafés, a beleza das edificações de pedra que envolve o visitante, e há a assustadoramente longa escadaria, encosta acima, muralha acima.

Não resisto a parar em Perast, belíssima povoação piscatória defronte da grande atracção turística da baía: a Igreja da Nossa Senhora do Lago, construída numa ilhota pouco maior que o tamanho da própria igreja e que consta ter sido construída ao longo de décadas, pedra após pedra, pelos habitantes da região, provavelmente, segundo alguns escritos, “com remorsos pelo assassinato por engano de um abade Beneditino na vizinha ilha de St. George”. Falo da ilha, não da igreja.

Em Boka Kotorska, toda a paisagem é deslumbrante. Escarpas de média altitude entalam os braços do mar Adriático, formando fiordes em tudo semelhantes a alguns noruegueses. Leio num guia de viagens que estes são os “fiordes mais a Sul da Europa”. Curiosidades. Certo é que, para lá da vertente histórica e arquitectónica de Kotor, a vila, é a Natureza o que mais deslumbra em Kotor, a baía. Tal como acontece no Parque Natural Durmitor, porventura a mais valiosa pérola natural de todo o Montenegro, também protegido pela UNESCO, e para onde me dirijo de seguida.

As cores do Parque Natural Durmitor

É isolado, é negro, e é seguramente um dos mais belos locais do Montenegro. Uma cancela avisa o viajante de que não pode prosseguir com a viatura. Há que estacionar e pagar por isso, ainda que sem razão aparente, pois a viatura fica na berma da estrada. O resto do caminho faz-se a pé, por uma estrada alcatroada que atravessa um bosque verdejante. Procuro a sombra dos abetos como refúgio do calor abrasador do início da tarde, e interrogo-me se valerá a pena a caminhada no alcatrão, o preço da entrada, o calor. Vejo ao fundo, estacionado entre o arvoredo, um grande autocarro de turismo e não entendo a discriminação. O que vejo a seguir faz-me esquecer tudo isso.
Sigo os passos do casal, começo a circunscrever a margem, dando a minha direita ao lago Negro, belo e calmo. Um homem velho rema lentamente, junto à margem, procurando clientes para passeios de barco nas águas do lago. Mais à frente, dois pescadores equipados com fatos de neoprene, galochas e canas de pesca tentam a sua sorte. Vejo um aprazível banco de madeira, sento-me e observo.Chama-se lago Negro e é um lago pequeno, com margens arredondadas, uma espécie de círculo imperfeito que um par de pessoas circunda calmamente. Reparo que o grupo de turistas do autocarro almoça num pequeno e único restaurante instalado nas proximidades, e ignoro-os.

É tudo o que apetece fazer: observar e desfrutar da beleza deste pequeno paraíso de montanha – um lago, negro, rodeado de uma floresta verde, com uma montanha e um límpido céu azul em pano de fundo. Ou então ler um livro, como vejo adiante fazerem, num cenário de paz, muita paz. O tempo passa. Os pescadores partem de balde na mão, o casal desaparece, o velho continua a aguardar clientes. Inspiro o ar puro de Durmitor e, em paz, prossigo para paragens mais agitadas.

As noites loucas da riviera de Budva

Poderia ser na Croácia, e seria considerada uma outra “pérola do Adriático”. Budva, principal destino de veraneio da costa montenegrina, tem um centro histórico amuralhado com charme capaz de rivalizar comDubrovnik, embora numa escala menor. É pitoresca, é bonita, e o ambiente é mais que simpático. Chego ao povoado e fico de imediato enamorado, mas é difícil encontrar alojamento. Os hotéis tradicionais apregoam preços proibitivos e os quartos privados são escassos. Encontro, com a ajuda preciosa do posto de turismo local, um pequeno apartamento pertença de uma amorosa velhota montenegrina. Comunicamos por gestos, instalo-me, aprecio a vista sobre as telhas vermelhas com o azul do mar ao fundo, e parto à descoberta da cidade velha.
Fora das muralhas, na riviera de Budva, há praias de água tépida e areia grossa capazes de agradar a qualquer um. As praias mais populares, próximas das muralhas e com bares de madeira, cadeiras de praia e guarda-sóis; as praias menos frequentadas, garante de maior tranquilidade, um pouco mais afastadas da vila; ou as praias de Sveti Stefan, a ilha transformada num super exclusivo hotel de luxo e o local escolhido por gente famosa para as suas férias no Adriático.Budva é como um pequeno labirinto de pedra. Após um terramoto que destruiu por completo o centro histórico amuralhado, na passada década de setenta, o mesmo foi entretanto reconstruído e notoriamente orientado para o turismo. Lojas de roupa e artesanato, cafés, restaurantes e pizzarias abundam nas ruelas disputando a atenção dos visitantes. Há inúmeros restaurantes italianos, a denunciar a proveniência maioritária dos turistas de Budva. Tudo é visualmente harmonioso mas de dimensões reduzidas. Estreitas vielas desembocam em praças graciosas de onde partem novas ruelas, alguns becos, um labirinto assimétrico que se enche de gente à luz de um dia de Verão.

Durante o dia o tempo é de praia, de passeios de barco, do dolce fare niente, mas é de noite que Budva se agita e se transforma numa enorme festa colectiva. Esculturais deusas da beleza feminina, de olhar penetrante e roupas atrevidas, e jovens morenos de feições latinas e bem parecidos tomam conta das pistas de dança dos vários estabelecimentos ao ar livre que, em Budva, abrem portas durante a época alta. Há a normal descontracção de Verão, as noites longas de música e dança, os cocktails coloridos, os olhares intensamente trocados, o conquistar e ser conquistado, o prazer da liberdade. Milhares de italianos e, sobretudo, montenegrinos fazem de Budva o palco das suas férias, mas nem por isso Budva fica desinteressante.

Aparte alguma excessiva densidade populacional durante essa época do ano, o certo é que Budva, quer pela oferta de serviços turísticos que proporciona, quer pela sua beleza, ambiente e localização geográfica constitui, provavelmente, a melhor base para quem pretenda explorar o país. Fica perto de toda a costa montenegrina do Adriático e do lago Skadar, e tem o Centro e Norte do Montenegro facilmente acessíveis de automóvel. Quando, ao fim de um par de dias de luxúria, decido abandonar Budva, parto ao encontro dos ares monásticos de Ostrog. Contrastes de uma viagem que não pára de surpreender.

Mosteiro ortodoxo de Ostrog, devoção montenegrina

Esculpido numa escarpa vertical a grande altitude, o mosteiro ortodoxo de Ostrog é um dos lugares mais intrigantes de todo o Montenegro, e um dos mais visitados por crentes da região. Era algo que muito gostaria de ver in loco, mas o adiantado da hora aconselha prudência.
Talvez mandasse a prudência que a viagem até ao mosteiro ficasse para outra ocasião, à luz do dia, mas consta que os acidentes são raríssimos, porventura fruto de alguma protecção divina de que o local beneficie. Além disso, os últimos autocarros com turistas há muito que deixaram Ostrog – menos um problema a enfrentar na exígua estrada. Decido avançar.A noite está prestes a cair e o mosteiro de Ostrog fica ainda longe. A estrada de montanha que segue da base da encosta até ao mosteiro mais parece uma elegante serpente entrelaçada, cujo corpo mal permite que duas viaturas se cruzem. Do lado exterior da encosta, existe um precipício com centenas de metros.

A passo de caracol, demora-se uma eternidade para percorrer os míseros quilómetros que nos levam em direcção à surpresa, lá em cima. Fundado no século XVII, parece inacreditável como o Homem foi capaz de construir tamanho edifício em tão inóspito lugar. Está literalmente escavado numa parede de rocha vertical, com um imenso precipício como pano de fundo. É belo, é impressionante, é revelador da infindável determinação do Homem, da sua fé, da sua devoção.

Há dezenas de peregrinos que se preparam para uma noite ao relento, enroscados em cobertores e sacos-cama. Está um frio de rachar, mas há quem fique vários dias e várias noites em Ostrog, longe de tudo, “perto de Deus”. Ostrog é, na verdade, um dos locais de peregrinação mais importantes dos Balcãs.

Refeito da visão do edifício, da fé ilimitada dos peregrinos, penso na estrada de regresso que há a fazer escarpa abaixo, no céu escuro como breu que impede de ver o precipício, e quase perco a vontade de regressar. Mas há ainda muitos recantos do Montenegro para descobrir, muitas estradas para percorrer, muitas paisagens para apreciar. Entro no automóvel e arranco. Alugar um carro não é indispensável para viajar no Montenegro mas, obviamente, proporciona maior liberdade de acção e permite conhecer lugares sem plano prévio, apenas porque se virou à esquerda em vez seguir em frente num qualquer cruzamento. Foi dessa forma, de mapa na mão, algumas dicas no ouvido e olhar expectante, que percorri grande parte do Montenegro. Ora, como tantas vezes a viagem é tão ou mais surpreendente que o destino, aqui ficam sugestões para passeios de automóvel pelas mais cénicas estradas que fui encontrando.

Entre Tivat e Kotor, em Boka Kotorska

Na região conhecida por Boka Kotorska, a estrada entre Tivat e Kotor, que acompanha de muito perto as margens dos braços de mar, proporciona um passeio extremamente bonito. Atravessam-se pequenas povoações piscatórias, atractivas, com charme pitoresco e ambiente descontraído, e onde os habitantes não raras vezes têm mesinhas e cadeiras colocadas na margem da estrada, junto às águas, de fazer inveja a quem quer que por lá passe. Que vistas ali se desfrutam num pequeno-almoço! Sugere-se que siga devagar, atento, pois qualquer curva pode desvendar um excelente local para um intervalo no passeio. Quando a estrada se eleva e afasta ligeiramente das margens, a baía de Boka Kotorska mostra-se em toda a sua magnitude, numa paisagem dramática de água e montanha para apreciar de todos os ângulos.

Entre Virpasar e Rijeka Crnojevica

As vistas sobre o lago Skadar são sensacionais, principalmente nos primeiros quilómetros (para quem inicia viagem em Virpasar), e o resto do percurso é o de uma típica estrada de montanha, curvilínea e difícil, mas que atravessa paisagens de grande beleza.Espectacular é a estrada local que segue desde Virpasar, nas margens do lago Skadar, até à pequena aldeia de Rijeka Crnojevica. São 22 quilómetros por uma estrada de montanha em mau estado, que demoram muito mais a percorrer do que a curta distância poderia fazer supor, mas cujo “esforço” é absolutamente recompensado.

De notar, em jeito de alerta, que a sinalização é praticamente inexistente, pelo que muito provavelmente terá que confirmar uma ou outra vez se segue na direcção desejada. Se encontrar alguém no caminho, claro está.

A caminho do Parque Natural Durmitor

Se visita o Parque Natural Durmitor em viatura própria, não deixe de percorrer a trajecto que segue por Kolasin, Mojkovac e passa depois pela vila de Zabljak – porta de entrada no Parque Natural Durmitor -, atravessando o desfiladeiro de Moraca (com passagem pelo homónimo mosteiro), primeiro, e o desfiladeiro de Tara, mais à frente. Nesta última parte, já no interior do Parque Natural, a estrada segue o curso do rio Tara – rio que vem da Bósnia, atravessa todo o Montenegro até beijar a Albânia – a uma altitude média, permitindo apreciar a beleza do rio, lá em baixo, mas principalmente as escarpas verticais do desfiladeiro, lá em cima.

Entre Savnik e Zabliak

De Savnik para norte, uma outra estrada montenegrina oferece paisagens extraordinárias, pese embora bastante diferentes das referidas até aqui. A estrada percorre, não montes e desfiladeiros nem fiordes e baías de águas calmas, mas planaltos escassamente povoados, de vegetação rasteira e campos de cultivo. São paisagens rurais extremamente cénicas, em especial com as cores amareladas do Outono ou no vigor primaveril. Um passeio pela simplicidade do interior rural do Montenegro.

Guia de viagens ao Montenegro

Este é um guia prático para viagens no Montenegro, com informações sobre a melhor época para visitar, como chegar, pontos turísticos, os melhores hotéis e sugestões de actividades na região.

Localização geográfica do Montenegro

O Montenegro fica localizado na costa do mar Adriático, entre a Croácia e a Albânia. Para além destes dois países, faz também fronteira com a Bósnia-Herzegovina e com a Sérvia, país do qual se autonomizou totalmente em 2006.

Quando ir

Durante os meses de Maio, Junho, Setembro e o início de Outubro, para desfrutar de condições meteorológicas agradáveis sem as enchentes e os preços mais elevados dos meses de Julho e Agosto.

Como chegar ao Montenegro

Não existem ligações aéreas directas de Portugal para o Montenegro, mas a TAP voa para Zagreb, capital da vizinha Croácia, de onde existem diversas companhias a operar para Dubrovnik e para Podgorica, capital do Montenegro. Sendo Dubrovnik uma cidade belíssima e Podgorica algo desinteressante, sugere-se que opte pela primeira, até porque constitui um óptimo complemento a uma viagem cujo principal objectivo é conhecer o Montenegro. Conjugando a TAP com a Croatia Airlines, é possível voar de Lisboa para Dubrovnik, via Zagreb, com tarifas a partir de 450€, taxas incluídas. Os preços tendem a aumentar com a proximidade dos meses de Verão.

Uma vez em Dubrovnik, há duas opções recomendáveis para entrar no Montenegro: alugar uma viatura ou utilizar os transportes públicos. Se não dispõe de viatura, saiba que poupa algum dinheiro se, a partir de Dubrovnik, comprar bilhete de autocarro apenas até Herceg Novi (60 Kn) – a primeira povoação digna de registo após a fronteira – e aí, na estação de camionagem, entrar numa carrinha com destino a Kotor (2,5€) ou Budva (4€).

A partir de outras cidades da Europa atente, entre outros, nos voos da Montenegro Airlines para Podgorica

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Onde ficar

Definitivamente, em quartos privados, excepto se quiser pagar os elevados preços dos hotéistradicionais. Em Kotor, indague sobre os quartos disponíveis no posto de turismo existente no exterior da entrada principal da povoação amuralhada. Quanto a Budva, sendo o destino de Verão preferido dos montenegrinos e a melhor base para se instalar no Montenegro, nem sempre é fácil arranjar alojamento.

Comece por se dirigir ao posto de turismo de Budva, localizado no interior das muralhas que, contando com pessoal extremamente prestável, constitui óptima fonte de informação sobre a região e ponto de paragem obrigatório para quem não tem reserva de alojamento. Fornecem óptimos mapas e brochuras, disponibilizam-se para elucidar qualquer dúvida que o turista possa ter, e ajudam a encontrar quartos ou apartamentos privados no centro histórico de Budva. Ainda assim, nos meses de Verão, dada a escassez deste tipo de alojamento, é aconselhável reservar antecipadamente.

Quer em Kotor, quer em Budva, o preço mínimo de um quarto duplo (ou pequeno apartamento, com cozinha) ronda os 30€ por noite.

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Informações práticas

Os cidadãos da União Europeia não necessitam de visto para entrar no Montenegro. A moeda oficial é oEuro e o custo de vida é muito ligeiramente inferior ao português. Em Budva, recomenda-se sem hesitações a agência situada no exterior do Grand Hotel Avala, próximo do centro histórico e que, ao contrário de outras empresas consultadas, não tem limite de quilometragem diária e inclui um seguro contra todos os riscos no preço do aluguer.

Seguro de viagem

O seguro de viagem da World Nomads oferece as mais completas e confiáveis apólices do mercado. São os seguros recomendados por entidades como a National Geographic, Lonely Planet, Footprint,Hostelworld e, claro, Alma de Viajante.

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