Eslovênia

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Se o processo de dissolução da antiga Iugoslávia, no início da década de 1990, deixou para a Croácia algumas das mais belas praias da Europa, a herança da Eslovênia, minúscula nação de 20 mil km², não deve em nada ao vizinho. O pequeno trecho do Adriático que lhe coube depois da partilha é um oásis de água transparente. A fronteira com a Itália e a Áustria garante uma boa extensão dos Alpes no norte do país. Nestas regiões montanhosas as paisagens se dividem entre grandes campos esverdeados e o maior complexo de cavernas de toda a Europa.

A Eslovênia já se posta com força na rota do ecoturismo (e de esqui!) dos turistas mais antenados. A natureza dita a regra no país, mas Liubliana (Ljubljana), sua capital de clima bucólico e bares espalhados dos dois lados do rio Ljubljanica, há tempos se tornou point de europeus em busca de vida noturna diferenciada. Poucas horas de carro dali, Bled é o principal destino de inverno e provavelmente uma das cidades mais cênicas que você terá visitado na Europa. Com um carro em mãos, passando por desfiladeiros, rios com água verde-esmeralda e chalés que parecem estrategicamente colocados em grandes campos floridos, chega-se à linda Bovec, base para as atividades que exigem uma dose a mais de esforço físico.

COMO CHEGAR

Não há voos diretos entre o Brasil e a Eslovênia.

A principal porta de entrada para o país é sua capital Liubliana, servida por um número razoável de companhias aéreas, entre elas a companhia nacional Adria Airways (www.adria.si). A EasyJet tem voos para lá a partir de Paris, enquanto que a Ryanair vai até Trieste, na Itália, mas junto à fronteira, desde Valência, Londres e Barcelona.

Por terra, as melhores conexões são trens que partem de Zagreb, Croácia (2 horas de viagem, sete partidas diárias, desde € 14,60), Budapeste, Hungria (11 horas, desde € 49), e Viena, Áustria (6 horas, desde € 29). As passagens, horários e detalhes sobre serviços podem verificados no site da Slovenske zeleznice (www.slo-zeleznice.si).

COMO CIRCULAR

Os trens da Slovenske zeleznice são a forma mais prática de circular pelo país. Os serviços são razoavelmente pontuais e os trens possuem variados níveis de conforto e estrutura. Uma boa solução de mobilidade é alugar um carro e chegar a regiões mais isoladas ou onde as conexões de trem são deficientes. As estradas são boas e a sinalização é bem compreensível.

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